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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

PORÉM POR ENQUANTO SÓ HÁ VOZ NO VENTO

Indo a todo canto,
Raios serão tantos
De aurora e luz!

Trançados qual cruz,
Movendo infinitos
Icebergs-pus.

Ao meu desencanto
E aos que anoitecem
Raiaram mil santos.

Aos trovões-clarins,
Prantos de quermesse
No fim.
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