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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A MEMÓRIA

A passagem brinca e pinta nossos desígnios
Somos sobre/sob a roda do dia anos em pétalas
Há incêndios empalados no tempo sem gozo permanente
A alma envesga por trás dos óculos verdes
Se engolir a linguagem então defenestrar

Aquilo que é se mover em sua morada
Difícil
Como criar palavras novas
Para descrever novas coisas
E criar corais
A suma receita de:
Engolir os mares com nossa arrogância
A janela do desejo em seus trovões

De tentar escrever o sol cubista
Mas não
Olhamos pela janela
E já o contemporâneo não inova
Embora pense criar
O cavalo de seis patas
Tudo é memória
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