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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A POESIA FLUI DESLIZA

A poesia flui.
Desliza por teus seios
como uma oferta dos ventos.
Não, a poesia pára.
Pára em teus seios
como um vulcão extinto.
A poesia é pedra.
A poesia é plasma.
Não, a poesia é cara.
Cara aos teus seios
de páramos azuis.
Bunda, a poesia expele
o sumo da essência de tua pele.
Não, há insanidade em teus seios.
Sim, são inchada loucura.
A poesia transmite doenças
para a cura posterior
em teus meios.
É prisma.
Não, ela é figura.
Então, que eu disse?
Matéria escura?
Artéria e fogo.
O Deus vivo.
Viva Deusa.
A Morta Esquina.
Careta Brasílica.
Coisa azeda.
Gostosura.
Duro belisco
na alma/corpo.
Jogo físico.
Carência.
Fartura.
É onda ao vento.
É mar de juncos.
É o que eu disse.
É sempre e nunca.
Inutiliza? Desejo?
Amplia?
Flui em fiascos.
E é carne crua.
Como teus...
Dura e passa.
Bem mais que teus seios.
Passa e dura a taça
que ela augura.
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