Postagens populares

sábado, 24 de novembro de 2012

CACOS DE UM OPERÁRIO DE LETRAS

Cacos melados de minha mente rolando pelo morro de Sísifo abaixo.
De minha mente que não se conhece desde o minuto passado.
De minha mente primeiramente tecida enquanto o fígado de um africano recebia bicadas.
De minha mente que insiste em funcionar pela luz que chega de outros prometeus e ícaros.
Cacos de cera e pólen em meu pensar num barulho de avalanche.
Cacos operários de minha mente de pensamentos apaixonantes.
Vai rolando abaixo e nem sei nomeá-la com outro nome que não seja o verbo amar.
Postar um comentário