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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CHEIRO PÓ DE PALAVROÍNA

Bate o vento na letra/dádiva, sacudindo o pó.
Assim, me refestelar: cheirar pó de palavroína.
Às vezes, sou pouco profundo e de extremos:

Ovo frito e aminoácido junto à poeira.
Ouço ao som da tempestade/dentro palavras fervendo.
Meu barco desenvolve rastros de Sylvia Plath sob a língua.
Seu suicídio teve cortinas. Mas seus poemas eram barcos livres.
A coragem pisoteei sobre o cavalo morto de Nietzche.
"On the r'ovo" foi uma viagem que fiz à cozinha.
Por vezes, minhalma é extrema poeira.
Aumento assim o tríceps do poema e como musas.
Palavroína...Alguém tem mais pó, aí!
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