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sábado, 17 de novembro de 2012

SORRINDO SOB TEUS PÉS

Meu ser tropeçou numa tristeza
Risível em volta do ser. Neste instante.
Ficou entre nós essa pícara ruína.
Afinal, não é coisa que se esqueça.
Pousei meu ser, o passo destruído.
E caí a sorrir, de cabeça.

Apenas depois de ter tropeçado,
Caindo de cabeça frente a ti,
Tentei eternizar o estar-feliz.
Embora os fios de ódio
A querer soltar um grito extinto
Tramassem enforcar-te.

E fico assim gordo sobre o passado,
Fragmentado em sonante estatelar.
Restando aqui, vendo-te o avesso,
Tentando crer que irás voltar,
Que posso levantar-me destas pedras
A sorrir, mesmo de chorar.
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