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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

SER DE AREIAS ESPUMANDO

Amo-te as praias

Que um mar alaga

Nas grandes ondas

Que te propagam.


São sós areias,

Grãos ajuntados,

Que dão ao ser

Doidos estados.


Que irão contar poetas

Se nos teus gestos sem mais

Há conchas, barcaças,

Pesadelos tais?


Talvez se te apiedasses,

Bem junto a tuas praias

Nascessem tempestades

De espumantes faces!
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