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quarta-feira, 26 de junho de 2013

PAPA POP PAPI

Na tela, desumanidades zumbindo.
A platéia é sisuda e ainda dorme.
A mão dobra e se agarra à luz do foco.
O ator a buscar sua substância.
O personagem não quer acordar.
Nas ruas, também se entrelaçam buscas.
Nas casas, nos espaços mais diversos.
No papel, a busca do permanente.
No Irã, a Ira se traveste de tradição.
Mulheres são enterradas com amor.
A tradição ainda se fortalece.
O Papa é Pop e segue Papi Mestre.
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