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sábado, 29 de junho de 2013

LEVA O POEMA PARA O INSONDÁVEL

Leva o poema para o tempo das ruas.

É preciso esvaziar o poema, lixar o insone na quina do corpo.

Desliga-te dos afluentes de teus rios e cursos d'água.

Entrega-te aos versos caminhantes que dormem sob tua foz.

Peixes perseguem a noite e a perdem, mas tu alcançarás a lua.

E intranquilo e inquieto moldarás poemas-espelhos no caos.
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