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segunda-feira, 24 de junho de 2013

EXCESSIVO NÃO

Como firme tu estavas
Ali bem agasalhada
No Aeroporto Galeão,
Uma força com ternura,
Jeito de mitologias,
Encanto com sedução!

Quanto mais eu te olhava,
A alma se me escapava
Entre medo e imensidão.
E teu riso era marcial
E ao medo dissipava,
Embora o som de trovão!

Como firme tu dormias,
Cansada depois da espera,
Do atraso do avião!
E eu de perto te pensava,
Sabendo que me escapavas,
Por dor maior que o perdão!

Quanto mais eu te esquecia,
Na direção mais cabia
Devaneio e solidão.
Mais lembrava e me carpia,
Pois te afoguei na agonia
Do meu excessivo não!
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