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sábado, 13 de julho de 2013

A MORTE SE CANSA E DANÇA

A casa está quieta.
Embora o claro mito.
Há uma sonolência.
Há um tom em raro teto.

A morte com asas de maia.
Meu pai só queria oito.
Me dizia enquanto em choque:
Só oito anos, fuck you.

Meu olhar rompe a escuridão.
Desenrola a pele das paredes.
Poemas xingam com feridas.
A morte dança sobre o fêmur.
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