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quarta-feira, 3 de julho de 2013

VOZ DE JUJUBA E BALA

Vem ritmos do chão oculto, como se
O cheiro da infância estabelecesse
O ar, vinculando,
Qual flog londrino,
O andar neste chão urbano.

Ouço as vozes que me falam do jardim.
Vozes que me pedem, que me afugentam
De afetos que perderam medidas,
De gestos no ar parados. Assassino,
Movimento as mãos, apunhalo palavras,
Entrelinho então sangue em papéis.


E é como se rezassem ao istmo da Infância
Naus líquidas com voz de jujuba e bala.
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