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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

BALA PERDIDA


O vento com 
pés de amor-bala-perdida.
E mais chuva, 
encharcando as asas dos pensamentos
com fone cinza.
Quando fiz este poema não havia celular.
Mas o anseio sempre foi um bocado de terra,
Onde desenhava aos sete anos
No local onde hoje não-é
A Associação.
Lembro da menina.
Ainda a desejo.
Tinha um probleminha na orelha.
Perdi a chance de mordê-la.
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