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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

TRANSFORMANDO

O livro que me transforma

É sem edição?

É a vida dele vidro

Ou revide?


Os cacos me esboçam

Em postas de espelho

E ferem a escrita

Que não tenho.


Dei mil vidas às mãos,

Dei vidro a morto mar,

E gerei-me cortes

Ao me estilhaçar.



Fiquei ser de pontas,

Da lua no entorno

Com meu ser de insones

Semas e sonhos.
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