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terça-feira, 25 de março de 2014

REEDITAM FINS E OS FIAM

O passo desajusta no espaço das avalanches.
O passo no ex-passo não dá passo à frente
.

E logo nem palavras terão pegadas
De memória entre tanto sangue nas ruas.

No limite dos passos há escuros.
Nas memórias deles rochas topadas.

Por dentro do urbano a avaria das perdas.
Por fora a fúria das pedras no ermo.

Como salvar o ser de parco hausto?
Talvez haja tempo para outra ilusão.

Olhando a noite em holocausto.
Recuperar vidas se é tarde?

Reeditam raivas cáusticas
As parcas. Só ao fim fiam.
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