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domingo, 2 de novembro de 2014

HYDES QUE SOMOS

Depois de ler sobre Kafka
Em interior batalha,
Na urbana guerra dos tronos
Vou, com medo e sem muralha.

Não sou de raça escolhida,
Sem grana pra smartphone.
Meu talento : na axila
Meto a mão e sai trombone.
Na rua, este templo urbano,
Que nos perde e condiciona,
Somos baratas expostas.
Suas pedras como espelho,
Atadas por densos frios
Mostram os Hydes que somos.
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