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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A CRIANÇA APONTA OU AUSENTES

Sem que o tempo importe,


Há poemas-portas:


Sonhos-música.


As chaves são


Recurvadas



Memórias.


Tudo é volta.


Vês nas mãos


Da Vida um simulacro de


Lâminas bem finas?


Frágeis aportes


De irreal atrito.


A criança aponta


Retratos de névoa.


E ao que é de ontem


Dás riso e sonho


Sem fronteiras.


Ter às costas


Asas em palitos,



Passado insone,


Varetas quebradiças,


Dificulta espaços...


Fogos molham,


Riscos entortam



Piões, gol caixotes,


E inocências ausentes.
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