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segunda-feira, 7 de maio de 2018

O SENSITIVO POEMA

No teu corpo transitivo tua alma inenarrável, Lúcia, simulando o infinito num finito apalavrável. Antes e após a escrita, há um espaço que chora por nunca adentrar o dentro de ti. E na testa em que te escrevo o que foi de ódios, amores, derramam em tintas, mãos e trejeitos. Todos os átomos sambam signos nos eixos em caminho para a alma. Louvores à tua alma de mulher e mãe, enchamecida por trás de sofrido corpo que dedilha o ser do todo disto aqui, despertando criações do começo do mundo.
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