Estava conversando na Caverna de "Pratão". Prisioneiro, disse Pratinho, somos de nós mesmos, Grutas de Falópio que almejamos (estava bêbado), O que vemos são sombras dos outros (Estava filosofissêmico). Ele me disse das duas faces. Uma assim outra assado. O que nos prendem são os sentidos, Dizia. E eu olhava sentidamente Sua filha de dezessete anos Que brincava com fogo Na Vila Erótica Dentro de um armário de gelo. Ela perguntava repetidamente Alguma coisa com sentido Tipo o que é real o que sabemos Qual o sentido da seta Quando acabam de brincar Os profetas O que fazem os cegos? Quando Tirésias matou a cobra, mostrou o pau?
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA