Embora pense em Soraia e sua saia, e ceta, não chora, fica sério e recompõe-se na atalaia de um bom poema, onde esquece a boca séria e vária, em que a água o molha e mata as frases falhas, que a liberdade empurra junto aos galhos diários, em que o homem pousa e mata, faz-se escravo tira foto de uma vã ação, que pouco o move, escreve e como escreve embora pobre despejando sua sopa filosófica num chopinho com ovos de codorna enquanto passa a marcha a história
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA