Outra vez, saio daqui. Só. Rascunho imprópria mitologia. Um gato quase fala no teto. Uma emoção entre as telhas. Que sei da dor? Ela se sabe. E caminha entre nós, curvas Costas, olhos turvos, muda E calada num falso carro, Cujas rodas estão com varíola. A pele vai rasgando, a alma Com um zíper, sobrevive às telhas. Um canto sempre espera por nós Depois de nos explorarmos bem. A canção é o ser quando o ser é voz.
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA