Nas teclas flutuam meio selvagens compostos arcos de ensimesmar. Hoje há sons oblíquos nas asas de mim. Hoje há luz em cílios de folhas que matam. O ser enfrenta outro ser e põe o amor na "parada" e em poema interior tropeça e quebra a palavra.
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA