Um escuro barqueiro Usa chuvas alheias Pra causar a morte. Torneiro das águas No esmeril da lira, Construo-me chuvas Para desviá-lo. Dizem ser eterno O que existe efêmero Em poemas Chovendo.
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA