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Mostrando postagens com o rótulo coxas da poesia

HOJE NÃO MAS ONTEM

Hoje, eu não consigo ver as coxas da poesia... Hoje, eu não consigo olhar seu sempre virgem sexo... Hoje, seus olhos tão lindos me fogem, sua pele mádida, seus cabelo luzidios.... Seus seios hoje estão sem auréola, mas ontem, mas ontem, me dava vontade de viver com seus frutos à boca