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Mostrando postagens com o rótulo as nove musas

DOCE DOR DE SER ÁGUA

Dizem  que  um  poema  contemporâneo trinca brinca sem existir n os mamilos da nuvem literária e não trai como naquela vez em que prometi fidelidade e  finquei meus dedos românticos na boceta de uma titânide azul que era a forma tradicional de meus poemas enrolando as nove musas