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CARCAÇA SOBRANTE

O homem e o mar de estar com tempo escasso, gorduras, lassos ossos, ondas de morte sem espuma, pretensões de dominar o espadarte de cada dia, amarrar os ruins a canoas, arrastá-los no ossário pestilento da rampa exibida fora do mar tranquilo deste sofá, onde é nula a resistência; os tubarões são insones no planalto das cifras da FGV VGF FVG GVF GFV, cheirando pó nas festas, pó de desumanidade; amarrar então a alma à canoa, preferível as sereias, sejam sérias ou de entreter à beira de uma história que te arrasta fundo ao fantástico, focinho nas luzes cegas; a solidão deste alto-mar fictício, quem o conhece, ó velho, como tu? ............................................................ Ingênua a esperança que trazes nesta tua vaidade cômica, como este rubor ao que desconheces; não há mais não querem mais a Arte, na busca servil dos Amigos que ofertam o Produto Superior; temem-te as rugas do pescoço, canaletas de amargura, erosões sem chuva, cancros de desânimo, manchas de...