Distraída, uma criança olha as luzes do teatro. Anda sobre o tapete, tropeça, quente fato. Sua mãe, deslumbrada, olha as luzes do teatro. Parada na poltrona, sua. No palco, a vida e a morte. Na vida, o palco da morte. Na morte, o último ato da ilusão da vida. No tapete, o registro da semente, enquanto o início e o fim se alastram em torno, aos tropeços.
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