Pequenina é a morte na espera de sorte que revivo para as escalas de Odisseu urbano para que infinitas vezes repita em ti meu itinerário de auroras e crepúsculos Grande é a morte quando fecho os olhos às sereias antigas e deixo escapar sem música auroras que deslizam em teus braços ansiados Pequenina é a vida para o que tenho de viver-te Grande é a vida insuficiente para amar-te em toda dimensão eterna de árvore a suar pelas raízes
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA