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Mostrando postagens com o rótulo os mendigos tantos

NO LIMITE

A rosa que levanto dos ranhentos roseirais A rosa que levanto do que vejo nos quebrantos A rosa que levanto olhando os mendigos tantos A rosa que levanto ao desfolhar espelhos A rosa que levanto da memória em vermelho A rosa que levanto dos espinhos que acoberto A rosa que cubro de aço como espada que desfio enquanto abro o compasso no limite que me crio é a rosa que alimento com meus passos de água e papel