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ENCHER OU ESVAZIAR

Embora o poeta gargalhe, há verdades só no corvo do varal da alma, que martiriza o papel com lágrimas de peixes picados por felinos mortos e por filósofos pescadores com veias incendiadas de verdades em pratos feitos e frases prontas para se atirar e não deitar ou andar encher ou esvaziar, enquanto lê Edgard