Um indiferente penedo Ignora seu ser-chuva. Ausente de escudo, o sísifo Suporta a erosão do ser. Espera quem sabe o meteorito Que o redesenhe Antes de ir e enterre O cagado de seus escombros. Talvez quando chegue à velhice Ou de tanta gula de paisagens Recrie as órbitas do fervor perdido Por crenças de fim.
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA