A Arte dá sentido ao caos. A Arte não dá sentido ao caos. Crianças ainda sentem fome sem sentido, inobstante a Arte. Por exemplo, ouvimos ONCE UPON A TIME, um sem-sentido entra E ERA UMA VEZ. O caos é o caos. A Arte é o sentido, mas por aí sentem fome, e, ainda assim, sentidamente, assentimos.
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