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LAVEI O ROSTO

Fiquei sempre à beira Do amor respirando. Como óleo na água da Estireno. Tentei ser indelével E de olhar o nunca estar Sair ileso, Qual lousa sem traço, e Aprendi, pois sempre agira Com determinação, Criando mentiras Desde a verdade, Aprendi que o rio Só respira porque o digo, Qual o verso.