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Mostrando postagens com o rótulo claro da manhã

CACHOEIRAS DE SIGNOS

Incendiara os escuros No braço claro da manhã. De madrugada, andou sobre as águas, com folhas ao pé, em cima da ponte do rio-eu. Subiu pelo papel, a tempo ainda De aperfeiçoar e cultivar letras no forno. Havia tempo para o princípio do canto E de escutar o pé-no-sacro "era uma vez".