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O DES MATA

Na tela, desumanidades  zumbindo. A platéia é fantoche e ainda dorme acordada  esperando a moto com a droga delivery. A mão de um monge dobra  e se agarra à luz do foco. O Fulano Fu acorda a buscar  suada substância na luz que acaba. Um personagem de canto  não quer acordar. Sonha na Tela. No papel, a busca do Além-Território. No País Onde Enterram Direitos, ofertam pros Reformados Santos códigos sem benzimentos. Punem por amor. A Tradição do Des do In prossegue legal  nativa impermeável . O ator sobe na carroça.