Libertei o quê das correntes. Libertei o proibido pensar das mordaças. Abri as gaiolas das gaiolas. E dei asas ao acumulado na consciência. E não ocorreu nada até que ajeitasse as câmeras. Até que ajustasse o foco. A luz. A sombra. O palco. Se trata de criar irrealidades dessa liberdade. A realidade é um chorão na beira do rio.
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA