Quando tinha uns vinte e poucos, agitou o leque em butanol tolueno, benzeno, acrilato de butila, hidrocarboneto, até xulezasso de botina pra zuar o c(l)oreto. Ela era assim: Cubatão era doida, doidíssima, de tanto tóxico, em 1979. A gente saía pra fumaças homéricas. Hoje, ela é careta, 482 anos com corpinho de 66, e tem muitos filhos pra cuidar. Teve recaídas, vestindo fios de rio oleoso e colorido. Mas passou.
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