A volúpia do intangível. A mãe está longe. Aqui o espelho do dia. A pensar no que faria com a morte no tempo. Fora o fato de o espaço estar levando os minutos nos trilhos. Sabem que o poema é só o poema, que o corpo é só o corpo e que ao levantar a caneta e guardar a xícara pingando esse fato não significa que o gesto se complete ou se refaça. Há mistérios na incompletude do poema ao criar-se do inexistente. Mas será um?
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA