A estátua de Casablanca. O seu amor empedrado. Seu tempo estanque. Sua alma ausente é e sente o nada. Posso ver mexer-se seu filme a bombordo. Quase perdeu o eu quando o filme estava a meio. Já eu ainda escrevo de alma avoada. Diz-me o sentido do que quer que seja ao partir. Nenhum?
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA