Quem há de dourar-me o espírito com o ouro do Alquimista? Quem há de doar-me átomos para que mais vida eu vista? Nasci, em cidade antiga, com fios de marionete, e o cheio verso vazio, a cantiga em canivetes. E a pergunta inusitada: -Quem há de ao infinito, chegar sem tecer a Escada? E não possuo, interdito, resposta certificada, ardendo de sangue e grito.
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