Éramos ventos ausentes de poesia e ali na mesa carecíamos de vela que nos dirigisse....até que...o brigue de OZ surge dos lados do ser numa vela docemente melancólica no momento exato e esperado para consertar nossos ares e nos tornamos crianças no pensar embora escondêssemos nossos cavalinhos de gude ou tentássemos engolir nossos verdes sensos...
BLOG PAIXÃO PASÁRGADA, ONDE UM DISCÍPULO DE HOMERO E TÉSPIS OFICIA