Pular para o conteúdo principal

Postagens

DO INÍCIO

A carta o lance as mãos da pedra Morte nos cinzentos sapiens O jogo de mentiras cede ao  Blefe insano do jornal  Comprado pelo acólito etc.  A calçada insólita memória Samba nela aqui o som da selva  Nascida  do início

OS MORTOS ESTREITANDO

Os cabelos que embranquecem Ou pulam caixões, rebeldes, são apenas os mortos de cabeça pondo algodão-doce no meu crânio à devoração da criança-tempo. As células que enrugam são apenas os estreitos de cirandas invisíveis no corpo-velha-gibraltar.

SONS NO VÓRTICE

O vórtice Da morte na vida. Igual, pleno do visível Mistério destes dias risíveis. Estar falho. Pisar no ínfimo. Homem de lata. Escrever : mistério Não tão misterioso. No branco coração das águas, Perceber o fogo do Deus-Bóson. Que o logos vibre.

NÃO SEI QUANTOS E NEM SEI

não sei se um poema vaga quando acordo no que sou não sei nem se aquele lago em letras sabe onde estou não sei quantos versos choram querendo bem espelhar-me não sei nem se os adoro nesta febre gerá-los não sei se os poemas quebram se meu destino endurecem se enxergam desespero se com dores me amolecem sei que mil poemas dormem ao fundo do ser de ocasos, mas se acordarão conforme este ser....não vem ao caso