Naquele dia, pegou a armadura, vestiu-a, arrastou a besta, a lança, o estandarte, a espada branca e foi à guerra com sua montaria de guerra 67 marca chevromed. Não levara nada no vento além da rouquidão de seu motor para outra conquista dos SR. Costumava erguer seu espírito de aço numa espada forjada em duros tempos quando os primeiros Andantes voavam com seus carros xexelentos. Queria seu filho moldado na guerra pois só entendia o sangue da luta e a bandeira da tribo que estava empoada. Um dia, ele voltou da batalha com dúzias de crânios num colar e viu seu filho com os moinhos de vento. Para o pai, o filho abismecera, e fez-se dele então Juiz-Demônio. Julgando o próprio filho, não percebera o cinzento cão que o consumia. Crucificando o seu rebento, seus pés e mãos sangravam os carvalhos antigos. O pai morreu com febre dormente. Mas o filho guardara de outros tempos um pedaço do aço de alma do próprio pai semeado em cordel de cavalaria onde encontraria a primeira lâmina que usaria ...