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ALMA ENDIVIDADA

Sempre há diferentes reinos. E um homem por vezes é um trono em que algum deus senta. Um cão fareja a toda a hora o que o homem é. O focinho de um cão é a sua mente humana. Por farejarmos com a mente, lati-pensamos muito. O tempo vai escoando enquanto isso. E alma endividada desespera : perdeu, perdeu! Acaba sendo assassinada pela Estrada.

VÍCIO

Eis os traços negros Espelhando a morte. No urbano manto A nódoa e o corte. Eis a rua e o roubo E o rumo e o susto, O escrito avança No espaço a custo. E assim escrevo Esta noite, e a deixo. O humano esguia Do interno eixo. E um poeta gira No eterno vício De escrever a vida Sobre um precipício.

NOVO NAPALM

Vidas no termo de e entre outras, o mundo é um tecido transparente, as nuvens chovem chumbo  nos campos de guerra, onde dores superam as minhas  com vestes de um novo napalm e barragens rachadas, nos pés o terror de paris