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domingo, 25 de março de 2012

UM ÍCONE

Naquela escola, próxima à Prixel, abriram o notebook. 
De dentro, o traço direito, defendendo o rosto.
Baixou o traço esquerdo, cobrindo a pseudo-virilha.
Quebraram-lhe os dados, o aço, envenenaram-lhe a excre/mente virtual, tudo que em si era soft/hard.
Ergueu o braço direito, ajeitando os pseudo-dedos que ele achava verdadeiros, como todos nós.
Baixou o braço esquerdo, sinalizando aos ícones-irmãos.
Foi quando viu a tela. E fragmentos de metal no lixo.
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