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sábado, 7 de dezembro de 2013

BRAZILUNDA

Nas nossas margens plácidas

Brazilunda rende

Pobreza exposta

Nas passarelas pungentes

Em ossos de estatísticas,

Modelos cavas curvas

Geram falsas magrezas,

Com lucro e presas,

Diluem-se nas pistas,

Ninguém liga à porta

Onde arranham cães

Com mordidas bélicas

Em hambúrgueres,

Servindo há tempos

Ao som famélico

Dos Mac-Tiros

Do Deus-Mercado

Nos estômagos flácidos
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