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sábado, 5 de dezembro de 2015

VÍCIO

Eis os traços negros
Espelhando a morte.
No urbano manto
A nódoa e o corte.

Eis a rua e o roubo
E o rumo e o susto,
O escrito avança
No espaço a custo.

E assim escrevo
Esta noite, e a deixo.
O humano esguia
Do interno eixo.


E um poeta gira
No eterno vício
De escrever a vida
Sobre um precipício.
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