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SER SOL SAL OLHAR

Quebro meus dedos nas quinas do ser
E me embriago em suas tensões.
Frente ao papel, a mágica nas mãos.
De ser para o sol, no sal do olhar.

Dou o sangue, ouro esmagando.
Dou o sangue e o aço para o poema audaz.
E assim sou rei em um trono entre os dedos.

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