Um vegetal não conseguia dormir, a avenida estava quase, o ar estava gélido, e ele avistou dois homens com um cão, aproximavam, pois, quem dera lhe dessem um cigarro de água ou dois. Um dos homens tomou a dianteira e arrancou o vegetal da raiz, que ficou sem esperança que lhe dessem um cigarro de água bom lascaram gasolina sobre seu caule, que iluminou a noite de súbito, o homúnculoutro ficou a contemplar as cinzas nas folhas do vegetal que voaram ao luar, chuvosas as asas de um anjo da guarda entregue a um pensar solitário no alto do Prédio Castro abandonara o vegetal passando a grafitar a cidade com frases em aramaico... ..não, em AMARaico...