Postagens populares

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

LIBÉLULAS INFANTIS




O que há-de

Deitar mais tranquilidade

Ao ser que arde magoado


Do que os olhos daquela criança?

Obrigado, criança que apenas olhou,

Com duas libélulas no rosto,

E que uma lente registrou e me veio

Como imagem que voa.

Sei que nunca lerá este poema,

Galho perdido onde me quebro.
Postar um comentário